Comunicação Social – Novo Milênio

Blog do Curso de Comunicação da Faculdade Novo Milênio

Acesso às notas pelo site da Faculdade

Publicado por comusnovomilenio em 30 Julho, 2007

Agora já é possível que o aluno acesse suas notas pelo site da Faculdade Novo Milênio.

Basta entrar na pagina da Instituição e clicar em “Área do Aluno”.

Não esqueça, o endereço da Faculdade é www.novomilenio.br

Abs,

Fábio

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Vídeo de aluno faz sátira aos Jogos Pan-Americanos do Rio

Publicado por comusnovomilenio em 30 Julho, 2007

O aluno Gustavo Belo, do 7º período, produziu um vídeo satirizando os Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, que terminaram no domingo, dia 29 de julho. O curta teve o apoio do Técnico responsável pelo Laboratório de TV e Vídeo, Ronaldo Rosemberg, o Caxote.

Vale a pena ver e dar risadas…

Acesse http://www.youtube.com/watch?v=efNFU9oW4T0

Abs,

Fábio

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Boas-vindas ao novo semestre!

Publicado por comusnovomilenio em 16 Julho, 2007

Olá a todos,

Desejo os mais siceros votos de boas-vindas a professores e alunos neste semestre de 2007/2. Estamos numa fase de reorganização interna e espero que o Curso esteja melhor ainda neste semestre. Entre as boas notícias do momento, destaco o lançamento da Rádio Milênio FM, que estará funcionando em caráter experimental a partir de hoje na frequência 100,9.  Também a melhoria do Laboratório de Rádio, do Laboratório de TV e a instalação do Estúdio de Fotografia.

Espero que todos aproveitem bem esses próximos seis meses.

Abraço forte,

Fábio Goveia

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Publicidade de carros e responsabilidade social

Publicado por comusnovomilenio em 4 Abril, 2007

Vale a pena ler e pensar nosso papel.
Abs e Boa Páscoa!
Fábio
Dirigir com moderação

Publicidade de empresas automobilísticas se esquiva de sua responsabilidade social 
  
Sábado, 31 de março de 2007, 08h11
 
Paulo Nassar
   
Há transcendência no conteúdo das mensagens das empresas, quando se dirigem aos seus públicos, entre eles os consumidores.
Exemplo: um comercial de televisão, veiculado atualmente em São Paulo, promove a venda de um automóvel, em condições comerciais “imbatíveis”.

No filme, marido e mulher dialogam sobre a necessidade da compra de um carro novo. Segundo a mulher, o carro do casal está em boas condições de uso. Diante do argumento, o homem se levanta, sai, destrói seu carro e remove o obstáculo e a razoabilidade do argumento da mulher.

No mesmo período, viram-se na telinha outros comerciais de automóveis, que induzem ou sugerem um comportamento irresponsável e criminoso no trânsito.

Parte das empresas automobilísticas e os seus publicitários parecem não viver neste mundo. Posicionam-se desconhecedores, alheios, insensíveis às discussões sobre sustentabilidade, que traz em seu cerne os aspectos econômico, social e ambiental.

Ora, nunca se falou tanto em consumo responsável, redução de desperdícios, difusão e reforço de práticas cidadãs, principalmente no ambiente de cidades conflagradas pela violência e pelo desrespeito ao outro.

Mesmo assim, os anúncios, principalmente de televisão, vão na contramão, incentivam a destruição de bens e da natureza. Isso alimenta idéias medievais, vozes que defendem o controle do Estado sobre o conteúdo dos meios de comunicação. Enfraquece a boa e comprovada prática da auto-regulação.

Entidades como o Conselho de Auto-Regulamentação Publicitária (CONAR) deveriam promover uma discussão interna sobre as disfunções publicitárias, como estas, antes que o assunto caia nas mãos do legislador e do burocrata inquisitoriais, portadores de inaceitáveis tesouras de censura.

Existem outros casos de comerciais de automóveis, na mesma direção ofensiva. Alguns trazem um selo do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (IBAMA), uma chancela oficial que não justifica, minimiza ou legitima cenas do carro em alta velocidade em praia deserta, no campo, escalando pedra imemorial.

Esquecem-se do básico: a exemplaridade, o impacto que produzem no ambiente e no comportamento das pessoas. Os comerciais de automóveis têm transitado entre os argumentos técnicos a agressão à civilidade e sensibilidade.

Em tempo de congestionamentos gigantescos em boa parte das cidades brasileiras, de aquecimento global, de responsabilidade, coerência e transparência, é hora das montadoras sugerirem “dirija com moderação”.

Paulo Nassar é professor da Escola de Comunicações e Artes, da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Diretor-presidente da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (ABERJE). Autor de inúmeros livros, entre eles O que é Comunicação Empresarial, A Comunicação da Pequena Empresa, e Tudo é Comunicação.

Fale com Paulo Nassar: paulo_nassar@terra.com.br
 

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Leitura: E-commerce das Cavernas

Publicado por comusnovomilenio em 10 Março, 2007

O professor Carlo Castiglioni manda um artigo para leitura….

Extraído de http://www.e-commerce.org.br/Artigos/CustoBrasil_meiosdepagamento.htm

CUSTO BRASIL NOS PAGAMENTOS ON-LINE

 Dailton Felipini

 O chamado “Custo Brasil” é o custo decorrente de tarifas excessivas ou da baixa qualidade dos serviços disponíveis por aqui. Em outras palavras, é um componente de custo que um empresário deve considerar pelo fato de montar o seu negócio no Brasil e não em outro país. No comércio eletrônico, o custo Brasil fica evidente quando da implantação dos meios de pagamento nas lojas virtuais. Em condições normais esse procedimento deveria ser simples, rápido e barato, mas no Brasil é o oposto disso, principalmente quando se trata dos cartões de crédito, opção de pagamento utilizada  em cerca de 70% das compras on-line. O processo de cadastramento da loja é longo e burocrático, podendo durar vários meses entre o primeiro contato com a operadora e o momento em que o sistema esteja em funcionamento na loja. Não encontro justificativas para tamanho tempo perdido! E o curioso é que as operadoras também perdem dinheiro com essa demora, mas parecem não se importar muito com isso. A agilidade é a mola propulsora da Internet. Procedimentos antigos e burocráticos como este são danosos para o comerciante que muitas vezes tem uma loja virtual pronta, os produtos disponíveis e um mercado interessado, mas não pode vender por não dispor dos meios de pagamento.

Outro problema é o custo do serviço. As operadoras cobram taxas ao redor de 4,5% sobre as vendas mais uma taxa de conectividade em torno de R$ 100,00 ao mês, variando para mais ou menos conforme a operadora e o segmento da loja virtual. Para se ter uma idéia do que isso representa, imagine uma loja que venda CD’s, um dos produtos mais comercializados na Internet. Supondo que a loja fature cinco mil reais por mês, ela será onerada em R$ 325,00, ou seja, 6,5% de seu faturamento bruto ficará com a prestadora desse serviço. Considerando que esse lojista tenha um lucro líquido de 20% do faturamento, a operadora tornou-se mais uma sócia do empreendimento, juntamente com o sócio majoritário, carinhosamente apelidado de “Leão”.  Mas isso não é tudo, observe mais uma bela criação do custo Brasil: se a empresa tiver sua conta no banco Itaú e desejar disponibilizar o cartão Visa para os clientes, precisará abrir outra conta em um banco diferente, somente para receber os créditos das vendas com esse cartão. Do mesmo modo, se a empresa tiver uma conta no Bradesco não poderá receber os créditos do cartão Mastercard e terá que abrir uma conta corrente em outro banco exclusivamente para essa finalidade.  São coisas do Brasil!

Outra modalidade de pagamento que o lojista deverá disponibilizar aos clientes é o boleto bancário, opção de pagamento de 13% dos consumidores on-line, podendo esse percentual ser bem maior em alguns segmentos de negócios. Os bancos cobram em média R$ 2,90 pelo recebimento de um boleto. No exemplo da loja da cd´s, cujo produto custa em média R$ 20, a conseqüência é que nada menos que 15% do valor do produto é  transferido diretamente ao banco no ato da compra.

A outra modalidade de pagamento, que representa somente 3% das transações, é a TEF – Transferência Eletrônica de Fundos, na qual é debitado o valor da compra na conta bancária do cliente e transferido para a conta da loja. Cada transação desse tipo, que consiste em um lançamento a débito e outro a crédito, em contas no mesmo banco, custa em média 40 centavos ao lojista. 

A conclusão é que para receber pagamentos nas vendas on-line o lojista deverá pagar um custo abusivo, ser paciente e, finalmente, interagir com, no mínimo, quatro empresas diferentes, dois bancos e duas operadoras de cartões, que se tornarão  suas sócias no faturamento e receberão diretamente do cliente. Diante disso, fica evidente quem são os grandes perdedores: o lojista, o consumidor e o comércio eletrônico brasileiro.

Dailton Felipini. é Mestre em Administração pela Fundação Getúlio Vargas e professor de Comércio Eletrônico  na Universidade Mackenzie. É editor dos sites: www.e-commerce.org.br  e   www.abc-commerce.com.br  e autor de quatro  ebooks  sobre Comércio Eletrônico

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Curta-metragem “Mundo Marrom”

Publicado por comusnovomilenio em 6 Março, 2007

Vejam o curta-metragem “Mundo Marrom”, resultado do Trabalho de Conclusão de Curso dos Alunos Rafael Bazílio e Walcleyber Silva.

Vale a pena. Como diz o protagonista: “Quem não conhece Marrom, não conhece Vila Velha…”

http://www.youtube.com/watch?v=oNQdV-id2mQ

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Boas-vindas a todos!

Publicado por comusnovomilenio em 5 Março, 2007

Olá,

Sejam bem-vindos a este espaço destinado aos alunos e professores do curso de Comunicação Social da Faculdade Novo Milênio (Vila Velha-ES). O blog serve para discussões, sugestões e críticas sobre o curso. Deve ser usado ainda para difundir conhecimento, principalmente sobre Comunicação Social e Publicidade e Propaganda.

Usem sem moderação!

Fábio Goveia

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